Resolvi escrever algo curto com uma pegada meio socrática.
- Jogos Onlines podem ser considerados cidades online?
- Os Jogadores podem ser a população online?
Duas perguntas e uma resposta minha para as duas:
Sim os jogos são cidades e o potencial de propaganda é imenso. Digamos assim na realidade temos os ARG’s, então pensa assim minha gente(ui, político):
- Online a comunicação é mais fácil
- A interação virtual pode ser melhor que a real. Não concorda? Digamos que na interação a pessoa vê o produto montado, na online a pessoa pode ate mesmo desmontar o produto. (oh, fantástico. Pena que em poucos lugares seja assim mesmo ;x)
Continuando com a minha viagem total(parei pra janta, perdi a linha de raciocínio). Estamos diante de algo dos primórdios da publicidade na internet, encontrar publico especifico e criar propagandas para eles. Nosso famoso targeting online, acho que aqui no Brasil agente peca muito deixando de lado esse seguimento de mercado que são os jogos. Poderíamos ter diversos jogos (já que o Brasil é o lugar onde mais se gasta horas onlines) e como conseqüência mais advertising.
Essa é só a humilde opinião de um estudante.
Bom. eu vou deixar pra me apresentar mais no final.
Como o Gui entro numa vibe de jogo de terror eu também resolvi falar de alguns que eu “joguei”, eu sou uma pessoa medrosa que fique bem claro, bom primeiro vou falar de um MMORPG chamado The Réquiem Bloodmary:
Assim é importante frisar que o jogo é recomendado para crianças maiores de 17 anos(crianças??). Algumas coisas eu entendo é um jogo violento os personagens a maior parte do tempo vive com a bunda de fora (engraçado e que outros jogos também tem personagens semi nus). Voltando a empresa que criou o jogo não é nada mais nada menos que a Gravity, conhecem? Exatamente a criadora do fofíssimo e queridinho das crianças Ragnarok.
O jogo é divertidenho. Ele se passa em uma era muito, muito antiga da nossa, mas eles tem uma tecnologia avançada e a utilizam para manipular DNA. Quando você entra no jogo pra fazer um personagem você tem quatro raças e cada uma delas com duas classes pra você escolher. Cada classe tem duas evoluções posteriores (sim qualquer semelhança com ragnarok é mera coincidência).
O mais importante em um jogo é a ambientação ele lembra um mundo medieval mas tecnológico ao mesmo tempo, acho que só jogando pra entender direito. O cenário e a musica são coisas que vão te deixar meio apreensivo. Eu só tomei um susto nesse jogo e não foi por causa de nenhum monstro(ainda). Os monstros são umas anomalias que parecem ter saído daquele filme uma noite alucinante. Agora sobre o susto eu e minha namorada estávamos jogando numa parte que é uma prisão que teve uma rebelião. Ai a musica é ótima, juntando isso com o meu medo normal, e ai ela uso uma skill que a personagem dá um grito e a conseqüência foi eu pulando da cadeira... ta foi idiota, mas o que eu posso fazer? Eu sou medroso mesmo.
Ah! Agora deixa eu me apresentar, Sou o Mathias vulgo MaTTs. Como eu vim parar aqui? Bom to tentando entender isso ate agora. Tudo começo com o meu TCC que vai ser exclusivamente sobre In-Games ads como preciso procurar bastante material eu achei o blog, foi assim que achei o blog. Pra virar colaborar rolo um suborno etc e tal. Eu tenho um live journal mas não fala nada sobre jogos. Link ta ali do lado no mindless dive
Bom só isso por enquanto, se cuidem.
Ps: Esqueci do site do jogo: esse é o link clique.
Olá Addicteds,
Eu já havia comentado aqui no passado sobre uma pesquisa feita sobre In Game Advertising, que mostrava a influência na decisão de compra, na lembrança de marca e da campanha.
Na segunda passada, outro estudo saiu apenas comprovando o que foi dito anteriormente e o que eu venho dizendo desde que abri esse blog.
O estudo, comissionado pela Double Fusion e feito pela Nielsen Interactive Entertainment, mostrou que campanhas veiculadas in-games resultam em um aumento de 60% na lembrança de marca. O estudo testou diversas formas de anúncios em jogos de PC.
E enquanto o estudo apresentou diferenças na efetividade de anúncios estáticos e animados, o co-fundador da Double Fusion, Guy Bendov, disse que os resultados não foram aquilo que ele esperava.
"A diferença da taxa de lembrança, de outdoors que são animados e que não são, não são enormes. Nós achávamos que elementos 3D iriam ser mais lembrados e que veríamos uma diferença maior de lembrança entre (eles). O que as pessoas lembraram foram caminhões que tinham anúncios na sua lateral, assim como na vida real.”
De acordo com a Double Fusion, 50% dos participantes, disseram que In Game Ads, tornam a experiência mais realista, enquanto 21% discordaram dessa afirmação. E 54% disseram que In-Game Ads, chamam sua atenção, enquanto 17% discordaram.
Como disse Guy, In-Game Ads é uma indústria que nasceu há pouco tempo e que felizemente é crescente, ainda não existem padrões e nem métricas que podem determinar se uma campanha foi boa ou não, o próximo passo das empresas que veiculam In Game Ads, provavelmente é se juntar e criar esses padrões.
Abraços
Gui Loureiro
Olá Addicteds,
Após o grande sucesso de Resident Evil 1 e também pelo jogo ter um enredo que libera espaço para criar qualquer coisa, a Capcom abriu os olhos para uma seqüência e começou a trabalhar nela em 1997.
O 2º Resident Evil chamado Resident Evil 2, trazia personagens diferentes, jogabilidade inovadora e uma amarração nas histórias incrível. Você tinha a opção de jogar com dois personagens diferentes, Leon S. Kennedy, um policial novato que havia sido transferido para Racoon City e Claire Redfield, irmã de Chris Redfield, agente do ALPHA Team da S.T.A.R.S presente no primeiro jogo, que chega na cidade para visitar o seu irmão.
O filme de introdução é mais emocionante do que o do primeiro jogo, mas menos aterrador o que mostra qual vai ser o nível de sustos nesse jogo.
Vejam o filme de introdução de ambos os personagens:
O jogo inova na jogabilidade entre os dois perosnagens, as ações são muito mais rápidas, você consegue matar um Zumbi com tranqüilidade, sem se preocupar com ele te mordendo como no primeiro jogo. Leon é mais forte e possui armas melhores e Claire consegue encontrar itens de cura a dar com pau.
E além disso, quando você termina com um dos personagens, você inicia o jogo com o outro, de uma forma totalmente diferente, como se fosse um complemento para o primeiro CD, dessa forma, suas ações na primeira parte afetam a segunda parte. O mais legal é que esse jogo nos da um vislumbre do tamanho que é a Corporação Umbrella e o quão presente ela está em coisas malignas e bioterroristas.
No jogo Leon se encontra com uma personagem importante que em outros jogos aparece também, Ada, que está a procura de seu namorado John, um pesquisados da Umbrella e Claire se encontra com a personagem mais importante que é a Sherry. Ambas aparentam ser uma coisa, mas no final do game mostram as suas caras, Ada possui ligações com a própria Umbrella e Sherry é filha do monstro, o pai dela desenvolveu esse vírus e se injetou e se transformou no monstrão e Sherry carrega consigo a cura para isso.
O jogo é muito bom, terminei de ambos os lados e ele me fez gostar realmente da série!
Próximo capítulo: a pior merda que já fizeram, na minha opinião, na série RE... Resident Evil 3!
Abraços
Gui Loureiro

Ollá Addicteds,
esse era para ser um post sobre Resident Evil 2, só que aconteceu um caso extremamente curioso que tomei a liberdade de falar dele aqui.
Para realizar o lançamento do Resident Evil 5, a Capcom fez uma ação de guerrilha em Londres muito bacana... mas que acabou dando errado.
Eles espalharam membros e cabeças falsas pela cidade e fizeram uma promoção em que jogadores precisavam encontrar essas coisas, só que... bem. Algumas sumiram, apenas metade dos itens foi retornado aos organizadores do evento e a empresa tem medo que o resto dos itens acabe alarmando a população por causa do realismo.
O próprio ganhador da promoção, Steve Long, que ganhou uma viagem à África com acompanhante, disse que os pedaços eram extremamente realistas e que poderiam confundir alguém.
A escolha da África como prêmio, é porque o jogo se passa lá... eu particularmente gostaria de conhecer Racoon City XD
Olá Addicteds,
E o primeiro especial do In Game ad.Diction começa hoje! E não podia ser mais propicio com a sexta-feira 13 de amanhã.
Há 12 anos fomos agraciados com um jogo que misturou o famoso First Person Shooter, imortalizado por Wolfenstein, Duke Nukem, Doom, etc. com o estilo de Adventure, onde os famosos jogos da Lucas Arts fizeram muito sucesso e jogou umas pitadas de terror, que só tínhamos em House of the Dead e Alone in the Dark.
Lançado em 1996, Resident Evil inagurou uma série que pode ser considerada uma das mais bem sucedidas do gênero e que foi copiada muitas vezes pelos outros como em Silent Hill e Fatal Frame. Até hoje é considerado um dos melhores games do PsOne e está sempre presente na lista dos melhores games da história.
A história do game se passa em 1998 em Racoon City, uma cidadezinha dos EUA que começa a ser afetada por crimes bizarros e hediondos. Turistas que passeiam pela floresta nos arredores da cidade são assassinados e seus corpos apresentam sinais de mutilação e canibalismo. Por incrível que pareça, uma cidadezinha tão pequena quanto Racoon City tem uma tropa de elite da polícia, chamada S.T.A.R.S (Special Tactics and Rescue Service – Qualquer semelhança com a S.H.I.E.L.D é mera coincidência) e eles são enviados para investigar o caso.
Porém, como tem que ter algo mais sério, a primeira equipe enviada, o Bravo Team, morrem perdem o contato com a delegacia logo após entrarem na floresta. Após um tempo sem nenhum contato, o Alpha Team é enviado e encontram o helicóptero a outra equipe totalmente abandonado.
Só para completar a bosta situação, Joseph Frost, um dos membros Alpha, é atacado por cães selvagens doidões e zumbilícos em estado avançado de decomposição, notem que estes cães maleditos, são o terror do jogo, pois eles te assustam a toda hora... Dobermanns malditos!
E aí o gente fina do piloto da equipe, chamado Brad Vickers, afina e leva o helicópetero embora, abandonando todo mundo, perto de uma mansão ali perto.
E é aqui que a ação começa. Vejam abaixo o vídeo de introdução do jogo:
Em Resident Evil 1, você tem a opção de assumir o papel de Chris Redfield ou de Jill Valentine, investigando a casa, resolvendo puzzles e estourando cabeças de zumbis.
O game também tem versões para Sega Saturn, computadores e Nintendo DS, além de uma edição alternativa para o PsOne, chamada de “Resident Evil Director’s Cut”, que traz muitas diferenças em relação à versão original, entre elas novas roupas e um maior nível de dificuldade.
Por incrível que pareça eu nunca terminei esse jogo... eu sei, eu sei, é uma vergonha tremenda, mas o caso é que eu cheguei na parte da cobra gigante e acabou a luz lá em casa, na época eu usava um memory card genérico e adivinhem só... perdi todos os meus saves. Aí bodeei, mas o jogo é do kralho.
Na sequência, Resident Evil 2.
Abraços
Gui Loureiro
Aproveitando o post abaixo, é bom deixar avisado aos jogadores que Resident Evil 5 chega às prateleiras nessa sexta-feira, 13 de março. A data não podia ser melhor.
Mas, o que poderia ser melhor é o jogo. Em sites especializados como IGN e Gamespot, apesar das altas notas, dizem que o game não mudou muito em relação a versão 4. A não ser no aspecto gráfico, esses sites dizem que a jogabilidade continua a mesma. Para piorar, relatam que a saída dos humanos em decomposição, tira um pouco do survival horror que tanto marcou a série.
Veremos no dia 13 o que os jogadores têm a dizer.
Olá Addicteds,
essa eu preciso postar antes que tirem do ar ou qualquer coisa do tipo. Quando eu jogava RPG, principalmente White-Wolf, a existência de corporações que eram malignas no seu íntimo mas que dmoinavam o capitalismo mundial era algo corriqueiro, na White-Wolf a Pentex possuia empresa de cosméticos, comida, carros e por aí vai e corrompiam as pessoas através de seus produtos nocivos.
No clássico Resident Evil, a Corporação Umbrella é uma dessas mega empresas que fazem isso e bem, ao invés de corromper eles te transformam em zumbis com seus produtos.
Eu sempre imaginei se isso existiria no mundo real, pois bem... TREMAM MORTAIS:
Notaram a semelhança!
Queria agora que fizessem um desses vídeos comparativos com algo do McDonalds hehehe!
Abraços
Gui Loureiro
Olá Addicteds,
achei sensacional esse post do Willi no Eu Jogando, muita gente tem dúvida em qual videogame comprar de nova geração, então pedi a permissão e aqui está um fluxograma de Qual Videogame comprar?
Abraços
Gui Loureiro
Olá Addicteds,
recentemente saíram boas notícias para nós gamers, a International Research firm Parks Associates, prevê um futuro brilhante para os games casuais, a previsão é de que até 2013, o negócio de casual games chegue a US$ 1 bilhão e a chave para tudo isso é... Redes Sociais.
Isso é fato, a identidade e integração de casual gamers em redes sociais irá permitir a manutenção da audiência e expandir para outros gamers e quando eu falo isso, não é apenas de casual games no PC, mas também em videogames como XBOX 360 e o Wii que permitiram aos seus usuários, a acessarem jogos casuais em suas redes e jogar com seus amigos através da Internet.
As empresas tem que começar a perceber que não basta você vender um jogo para o sujeito ter acesso ilimitado, venda assinatura do seu site, durante aquele período, ele tem acesso ilimitado a todos os jogos, ou uma quantidade X de jogos e se quiser renovar a assinautra, faça ele ganhar pontos com isso. Se ele for o melhor jogador de um determinado jogo, faça ele gannhar pontos com isso. E permita que ele troque esses pontos por prêmios. Você irá fidelizar o seu cliente e com certeza ele divulgará isso para sua rede de amigos.
As empresas de casual games, irão continuar com o foco em mulheres com faixa etária 35+, mas finalmente conseguiram enxergar que outros gêneros, canais de distribuição e modelos comerciais devem ser criados. A idéia de comunidade, assinaturas e publicidade são modelos que devem se tornar presentes em qualquer rede de Casul Games como as features mais importantes do seu negócio.
E enquanto a indústria dos games amadurece, novos modelos surgirão. Enquanto as Assinaturas tendem a atrair Heavy Gamers, aqueles que jogam menos, sçao atraídos por jogos que são disponibilizados de graça, por conta de publicidade, além do famoso, teste antes de comprar. Só que o modelo Ad-Supported ou seja, o modelo com publicidade In Game precisa evoluir também, é jogar dinheiro fora, você disponibilizar a mesma versão do game, para aqueles que compram e para aqueles que aceitam ver publicidade. As empresas, tem que fazer versões menores e anunciar que se ele comprar, o jogador abrirá uma gama de novidades, fases, segredos, itens, que não estão na versão com publicidade.
Não podemos nos esquecer do modelo que os videogames de 3a geração implementaram, que é o de você jogar uma versão light de graça e ir comprando itens, níveis, ferramentas entre outras coisas para dar um upgrade no jogo. E aí indo mais além, as empresas poderiam liberar um esquema meio open Social, para qualquer desenvolvedors criar itens novos para esse jogo, aí a receita que vier da venda desses itens é dividida entre o desenvolvedor e a fabricante do game.
Abraços
Gui Loureiro
